2014 – Fechado p’ra balanço

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2014 foi, como quase todos, um ano com coisas (muito) boas e com algumas “not so much”.

Destaco, obviamente, o nascimento do sobrinho mais lindo e amoroso que esta terra já viu e o facto de os meus homens continuarem a crescer, saudáveis e felizes, cada vez mais e menos meus, como é salutar que assim seja!

Este ano não dá para não dar um hellooooo especial aos amigos extraordinários que tanto me têm ajudado a crescer nesta fase de mudança! Eu sei que isto é um lugar comum, mas a descoberta do papel determinante de uma amizade verdadeira nas nossas vidas é uma coisa relativamente recente para mim e não deixo de me maravilhar com a sorte que tenho em ter os “meus”… Um a um, um beijinho do tamanho do mundo, profundamente agradecido. Espero que saibam que vos adoro mais do que ir á lua e voltar!

Em termos de trabalho tem sido um ano cheio de desafios giros! Muito giros! E o que aí vem, promete muitos mais já em Janeiro! Coisa boa, isto de se gostar do que se faz!!!

O saldo deste ano é bom, muito porque me sinto bem comigo mesma. Com o percurso que tenho feito. Começo a ficar em paz com os meus erros e a reconhecer o muito que tenho aprendido. E começo, assim como quem não quer a coisa, a gostar verdadeiramente da pessoa em que me estou a tornar e isso, além de novidade, é.. priceless.

E reflecte-se também no campo dos sonhos que, aos poucos, se vão realizando. Nasceu finalmente este meu “bebé” com o qual sonhava há muito tempo! Tem data de lançamento no FB de 20 de Maio de 2014 e, com pouco mais de 7 meses, tem cerca de 2500 pessoas que, por um motivo qualquer, decidiram por like na página do blogue da Mary e começaram a ler os meus textos. Que friozinho na barriga!!! Um misto de vergonha (pela exposição) e orgulho (pelo retorno) que me tem feito tão bem!

Eu ADORO escrever. E apesar de escrever sempre sobre episódios muito pessoais, tenho o cuidado de tirar de cada história, o que de bom houver para reter, na expectativa de que quem leia se possa identificar e reter para si, também esse bocadinho bom. Escrever para deixar toda a gente mal disposta não vale a pena!

Outro dia perguntaram-me se não me assustava saber que estava a escrever e podia ser lida por tanta gente. Não assusta, mas responsabiliza. Eu tenho uma vida diferente, e por isso mesmo, igual à de qualquer outra pessoa e a responsabilidade que sinto ao escrever é a de tentar contagiar as pessoas, sempre pelo lado positivo.

Por isso, e apesar de nunca fazer a macacada de subir para a cadeira e comer 12 passas (com todo o respeito por quem faz tudo isso!), este ano vou somar aos meus desejos (que são sempre tão básicos: saúde para todos, garra para trabalhar, capacidade para cuidar, ânimo para continuar e, se não for pedir muito, alguém para me apaixonar!) mais um: que continuem a ler o que eu escrevo e, de preferência, que continuem a gostar!

Quero acreditar que o melhor ainda está para vir!

 

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Mary – esta personagem que me permite soltar a minha veia de “jogador da bola” e falar na terceira pessoa! – mas cada vez mais tenho procurado abolir os rótulos da minha vida. Posso acrescentar, ainda assim, que a Mary é uma mulher na (fabulosa!) casa dos 30, mãe convicta de dois filhos que ama de paixão e com uma profissão que lhe dá imenso gozo.

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