Obrigada é uma palavra que gosto de sentir.

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Há semanas que não começam bem e, com elas, alguns primeiros dias que parece que custam “a arrancar”.

Esta foi uma semana assim. Ontem o dia foi especialmente complicado (apesar de ter terminado com “chave de ouro”!) e hoje não parecia que fosse ser muito melhor… Até que alguém(ns) faz-me ver tudo de uma outra maneira.

Há quem mude de humor com o nascer do sol, depois de correr 10 kms ou se vir o sporting ganhar. A mim, quem me muda, são sempre as PESSOAS.

Já disse milhares de vezes que não sou blogger, muito menos escritora, mas a paixão por este meu mundinho blogosférico tem vindo a crescer de dia para dia e, com ela, a vontade de a partilhar.

Com a frontalidade que me caracteriza (não considero que seja necessariamente uma qualidade!) confesso aqui que hoje enviei uma mensagem a algumas amigas pedindo que partilhassem a minha página. Pensei 300.000 vezes no ridículo que seria pedir às pessoas que divulgassem a minha página (“please like me!”) e, apesar da vergonha, arrisquei.

Estou a falar de pessoas, algumas, que, apesar de as “ver” assiduamente no FB, há muito que não estou com elas, outras com quem nem sequer tenho uma relação de tão grade proximidade e foram tantas as que acederam ao meu pedido!

De imediato, choveram mensagens e notificações no FB de que a página tinha sido partilhada… E fiquei tãaaaaao contente.

Não pelo retorno que essa divulgação poderá trazer, neste momento os likes já se tornaram secundários. O que me fez ficar feliz agora foi sentir o carinho subjacente aos “done” imediatos…. Muito obrigada a todas!

De facto, poderá não chegar, mas o ponto de partida para a felicidade terá que ser sempre, sem dúvida, uma existência agradecida.

OBRIGADA é uma palavra que gosto de dizer. Mas é, sobretudo, uma palavra que gosto de sentir. E com isto, hoje, termino o dia a sentir-me profundamente agradecida.

Sou uma lamechas! Já toda a gente sabe e nem sequer me esforço por esconder. Mas hoje vou acabar o dia de coração cheio, agradecido, reconhecido… E não haverá LIKE maior do que o meu!

De coração.

Thank you for watering my beans:

 

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Mary – esta personagem que me permite soltar a minha veia de “jogador da bola” e falar na terceira pessoa! – mas cada vez mais tenho procurado abolir os rótulos da minha vida. Posso acrescentar, ainda assim, que a Mary é uma mulher na (fabulosa!) casa dos 30, mãe convicta de dois filhos que ama de paixão e com uma profissão que lhe dá imenso gozo.

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