Manuel Amado – Uma paixão antiga

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http://www.manuelamado.com

Não perco uma e esta não ia ser excepção!

Tenho que confessar que foi a exposição do Manuel Amado que menos me impressionou até hoje, porventura também porque o tema não me diz muito, mas como “gruppie” que sou, encontro sempre qualquer coisa naqueles traços arquitectonicamente desenhados que me fascina.

Há coisas aparentemente insignificantes que  nos acontecem na vida e que, por um motivo ou por outro, nunca esquecemos: lembro-me, como se fosse hoje, de estar em Milão, a meio de uma viagem por Itália com os meus pais e e de a minha mãe comentar que era “normal” que os italianos tivessem bom gosto porque, afinal, viviam rodeados de muita beleza.

Dei conta este fim-de-semana de que, de forma inconsciente, tenho vindo a cultivar o gosto dos meus filhos pela arte, sempre que os “arrastei” para exposições de pintura, ainda que o tenha feito sempre com algum sentimento de culpa porque, afinal, não seriam, à partida, programas para a idade deles… Eles iam, porque a mãe queria ver!

Engraçado como, a certa altura, filho de peixe aprende mesmo a nadar e dei por eles a explicar-me porque gostam mais de um quadro do que de outro.

Já dizia Voltaire que “a pintura é poesia sem palavras”.

Em relação à exposição, aqui fica a escolha dos críticos:

mary

Mary – esta personagem que me permite soltar a minha veia de “jogador da bola” e falar na terceira pessoa! – mas cada vez mais tenho procurado abolir os rótulos da minha vida. Posso acrescentar, ainda assim, que a Mary é uma mulher na (fabulosa!) casa dos 30, mãe convicta de dois filhos que ama de paixão e com uma profissão que lhe dá imenso gozo.

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