2º Momento Dirty Dancing da semana – “When I’m wrong, I say I’m wrong!”

padel

Tenho uma graaaaaande amiga – daquelas que é grande em tudo! – que andava há séculos a desafiar-me para ir para o padel.

Quer dizer, ela desafiou-me algumas vezes e depois desistiu, claro, até porque eu fui irredutível e fartei-me de criticar o coitado do desporto que não tem culpa nenhuma da minha preguicite aguda!

“Padel, não é para mim!.. Eu danço forró!”

(a propósito, tenho um post sobre forró prometido que não está esquecido!)

Ridículo, ridículo, é que cheguei a ajudá-los a registar a marca do clube e continuei sem ir – sequer! experimentar um jogo. Só eu.

Passaram-se anos! Pelo menos dois…

Há cerca de um mês fui “intimada” por um outro grande amigo a comparecer num jogo porque eles queriam jogar e faltava uma pessoa…

“Anda lá Mary!… Afinal para quem jogou badminton não deve ser assim tão difícil!”

Golpe baixo, JBP!

Contrariada, lá fui eu para um campo de padel e, qual não é o meu espanto, quando, apesar de não ter jogado dois caracóis, constato que ADOREI!

Estou a ter aulas desde então, feito mais exercício (talvez fosse mais honesto da minha parte escrever “algum”, já que antes não fazia nada!) e, sobretudo, tenho-me divertido imenso!

Farto-me de rir das minhas próprias nabices (o que considero ser altamente terapêutico!), divirto-me imenso com as miúdas simpaticíssimas com quem tenho aula e tenho feito imensos progressos com um professor 5 estrelas… Se ele fosse dado a estas tecnologias, pedia-lhe para vir confirmar porque admito que ninguém consiga acreditar.

Nunca pensei dizer isto, mas é mesmo bom começar o fim-de-semana com uma boa dose de exercício físico em cima!

Meus amigos, não se assustem com este post! Ninguém roubou o meu blogue!… Sou mesmo eu – a mesma Mary de sempre! – e (ainda) não “pirei de todo”,

mas como diz o pai da Baby:”When I’m wrong, I say I’m wrong”!

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IMS, aqui estou eu para me redimir e agradecer! :)

Acreditem, vale a pena experimentar:

Clube de Padel

mary

Mary – esta personagem que me permite soltar a minha veia de “jogador da bola” e falar na terceira pessoa! – mas cada vez mais tenho procurado abolir os rótulos da minha vida. Posso acrescentar, ainda assim, que a Mary é uma mulher na (fabulosa!) casa dos 30, mãe convicta de dois filhos que ama de paixão e com uma profissão que lhe dá imenso gozo.

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