Sara

Sabe, quem me conhece, que sou uma lamechas convicta.

Adoro rir, mas também gosto de chorar de alegria que é coisa que – felizmente! – acontece muitas vezes.

No último mês houve dois momentos em que fiquei com o coração tão apertadinho que “esguichou” lágrimas: o dia de anos do MM (emocionar-me no dia de anos de um filho é quase obrigatório!) e, claro, o nascimento do V. que foi “protagonizado” pela minha cunhada, ou não me tivesse sido ela a “dar-me” o sobrinho mais amoroso do planeta dos sobrinhos.

Acontece que esta miúda (desculpa mana, mas estes 5 anos que nos separam ainda “pesam”!) que eu conheço há quase dez anos, começou por ser apenas uma namorada do meu irmão para se tornar, aos poucos, na irmã que nunca tive.

Nunca lhe disse isto, mas lembro-me de um dia, quando eles começaram a andar, chegar a casa dos meus pais e de ela estar lá a ver televisão com o meu irmão, ambos deitados no sofá e quando ela se levantou para me falar, eu ter reparado – em tudo (como se imagina!!!) mas sobretudo – nas calças de ganga rasgadas e de ter pensado: “isto vai ser bonito, vai”…

Normalmente odeio não ter razão, mas neste caso não. Sempre pedi aos meus pais mais irmãos e acabou por ser o meu irmão a dar-me mais uma!

A Sara faz o Nuno feliz (o que, mais coisa menos, coisa, diria que é fundamental!), mas é também uma nora amorosa, uma tia adorada pelos sobrinhos e uma cunhada que não é cunhada… É irmã!

Por isso, parece-me muito mais adequada a expressão usada pelos ingleses no caso dos “siblings-in-law”. Segundo sei, a designação surgiu como forma de reconhecer que, depois do casamento, a pessoa adquiria os mesmos direitos e deveres e um papel idêntico ao dos irmãos biológicos.

That pretty much sums it up: sister-in-law. “SIS”, vá…

Gosto mesmo muito de ti.

Um beijo da tua,

Mana Mary

 

(O seu, a seu dono: a fotografia fabulosa é da AFTER CLICK.)

mary

Mary – esta personagem que me permite soltar a minha veia de “jogador da bola” e falar na terceira pessoa! – mas cada vez mais tenho procurado abolir os rótulos da minha vida. Posso acrescentar, ainda assim, que a Mary é uma mulher na (fabulosa!) casa dos 30, mãe convicta de dois filhos que ama de paixão e com uma profissão que lhe dá imenso gozo.

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