Eu, Mary, me confesso

sol

O meu nome não é Mary e não sou uma blogger!

Ainda assim, parece que – finalmente! – tenho o meu blogue.

Sinto-me na obrigação de alertar quem me lê (sim, porque o tempo é precioso!) que não sou escritora, nem sinto que tenha nada de particularmente interessante para dizer.

Não tenho qualquer veleidade ou pretensão em relação à qualidade da minha escrita. Eu só quero escrever e este é mesmo só o meu blogue. Ou melhor, o blogue da Mary.

Houve quem me perguntasse se escrever numas “folhinhas word” não teria o mesmo efeito. Provavelmente sim e certamente que me pouparia os inconvenientes inerentes à palavra não só escrita, como publicada, mas eu queria ter um blogue.

No meio deste processo dei-me conta que a resposta “porque sim” é sempre incomodativa…O “porque sim não é resposta” está de tal forma enraizado que parece que tem que haver uma justificação para tudo. Como se houvesse um direito fundamental a uma resposta mais substancial do que um simples “sim”. Como se “sim” não fosse, por si só, uma palavra terminantemente poderosa.

Mas é. Simples assim: tenho um blogue porque sim!!!

Eu, a Mary.

mary

Mary – esta personagem que me permite soltar a minha veia de “jogador da bola” e falar na terceira pessoa! – mas cada vez mais tenho procurado abolir os rótulos da minha vida. Posso acrescentar, ainda assim, que a Mary é uma mulher na (fabulosa!) casa dos 30, mãe convicta de dois filhos que ama de paixão e com uma profissão que lhe dá imenso gozo.

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